Penteados Vintage

Penteados Vintage Voltam com tudo nos salões de Beleza

Penteados retrô voltam a ser requisitados nos salõ

Penteado Pin Curls.

 

Cabelos ondulados, coques altos e laquê, muito laquê. Os penteados retrô chegaram com tudo no Brasil e, apesar de não serem os mais inovadores, aparecem com classe e dão ar de modernidade – sim, cabelos antigos são sinônimos de inovação – aos looks de quem gosta e está atento ao mundo da moda.

Existem salões especializados em penteados e cortes retrô. Com a decoração no estilo que fazem o cliente entrar no clima.

 

Um dos penteados mais requisitados é o de Marilyn Monroe, com seus cachos modelados. “Ele recebe o nome de Pin Curls e é feito basicamente por cachos feitos com o dedo, ou baby liss, para quem não tem tanta prática, e com grampos especiais”.

Os grampos são facilmente encontrados em lojas especializadas em artigos de beleza e sua principal diferença são os frisos, muito menos demarcados do que os grampos comuns.

penteado da diva norte-americana é bem simples, mas leva tempo e precisa de paciência. Separe a franja e divida os cabelos em pequenas porções de fios, deixando-as molhadas. Pegue cada uma dessas mechas, passe gel e as enrole usando dois dedos, de forma que faça um rolinho na cabeça, e prenda com dois grampos em formato de cruz. Repita o movimento em todo o cabelo, deixando a parte de trás da cabeça com os rolinhos concentrados na nuca e nas pontas. Nas franjas faça-os para baixo, prendendo o grampo bem na raiz.

Depois de oito horas – por isso o penteado requer paciência – retire todos os grampos. Passe os dedos por todo o cabelo, a fim de desembaraçar um pouco os fios. Para ajeitar, pegue uma escova grande, dessas redondas de modelar os cabelos. Do lado oposto ao que ficará a franja, passe a escova do lado de dento, no sentido do rosto, de forma que os cabelos fiquem enrolados para dentro. Depois, faça o mesmo do outro lado. Na parte de trás e na franja, o cabelo deve ser escovado e modelado para o lado oposto do rosto.

Essa modelagem já dará o efeito desejado de Marilyn, com largas e definidas ondas. Para melhorar o resultado, desfie a parte de trás dos cabelos, dando o efeito de maior volume. Aplique o quanto achar necessário de laquê e pronto: você tem um clássico penteado dos anos 1940 e 1950.

Penteados como o Victory Rolls e Finger Waves também são muito pedidos no salão. “As mulheres são atendidas uma a uma, no máximo quatro em um mesmo dia, e apenas com hora marcada”,pois, requer muita atenção pelos detalhes e estrutura.

O Victory Rolls também é fácil de fazer, mas exige um pouco mais de habilidade. Primeiramente passe mousse por todo o comprimento, para dar estrutura, e faça cachos com o baby liss. Neste caso, não importa a quantidade de fios de cada mecha, porque não é preciso deixar nada muito definido.

Em seguida, separe do restante do cabelo as mechas que ficam antes da orelha direita. Faça o primeiro rolo da largura de uma moeda de R$ 1, usando toda essa porção de cabelo, sem contar a franja. Prenda bem firme com grampos e aplique laquê. Repita o processo com a franja e o lado esquerdo e prontinho, você tem mais um penteado retrô para compor o seu visual.

Inspire-se

Noivas nos Anos 50

O final da segunda guerra trouxe os famosos “Anos Dourados”, marcados pela década de 50.

Os Estados Unidos viveram o seu auge e as mulheres foram buscar uma ultra-feminidade. Vestidos super volumosos na altura dos tornozelos, batom vermelho, delineador, luvas e salto agulha foram os símbolos da sofisticada mulher dessa época.

A cor vermelha é super presente, assim como tudo que faz lembrar a América.

Os penteados são a maior inspiração… Mais estruturados, volumosos e sofisticados.

Por isso abuse do laque, do bocão e do salto agulha gatãsss, e venham ver as inspirações que preparei para vocês.

 

Casquete

Conheça um pouquinho sobre esse acessório Glamouroso

Uns chamam de casquete, voilette ou fascinator:

De origem militar, o casquete é um chapéu sem abas, de formato redondo ou oval, que cada vez mais está ganhando espaço entre as noivas. Estruturado, o acessório é, normalmente, usado na lateral da cabeça como enfeite e ainda pode ser preso por uma tiara ou por presilhas. Usado mais a noite somente como adorno. Não tem função principal, somente enfeitar. É uma das peças mais emblemáticas dos anos 40.

Queridinho das noivas, o acessório também pode ser acompanhado de um voilette (A peça era muito usada entre as década de 1910 e 40: as mulheres usavam a voilette para protegerem-se da poeira e do sol. O uso era restrito ao dia, tão diferente de hoje, que é visto com mais facilidade em festas a noite ou em noivas que levantam o véu só após o beijo. Mas a origem é ainda mais antiga: há registros do uso de voilette no século XVII)

E tem ainda o Fascinator. Simplificando ele é um enfeite. Podem ser menores ou maiores que os casquetes, são mais modernos e sua principal caracteristica é que possuem muitas penas, plumas e brilhos. Pode ser usado de noite e de dia.

casquetes 1

História da Maquiagem ( Década de 40 )

A década de 40 foi marcada pela Segunda Guerra Mundial.
Como a maior parte dos homens foi para a guerra, houve escassez de mão de obra para ocupar os postos de trabalho nas fábricas e estaleiros navais.  Não demorou muito para o governo perceber que as mulheres eram a única maneira de produzir equipamento e material necessário para manter o esforço de guerra. Foi a primeira vez que as mulheres de classe média alta iriam trabalhar fora de suas casas, já que as mulheres pobres sempre trabalharam. Algumas mulheres ficaram encantadas ao entrar na força de trabalho, pois viam este fato como a primeira chance de conseguir sua independência econômica.
Mesmo tendo que assumir empregos tradicionalmente masculinos, elas não queriam ter aparência masculina e a maquiagem lhes permitiu representar esse novo poder, mantendo-se femininas.
O direito de ser bela foi muito propagado pelas empresas de cosméticos e usado como ferramenta para promover o patriotismo e encorajar as mulheres a se tornarem mais ativas no esforço de guerra.
Conhecidas estrelas de Hollywood da época como: Ava Gardner, Ingrid Bergman, Gene Tierney, Joan Fontaine, Lana Turner, Rita Hayworth e Carmem Miranda, inspiraram muitas mulheres.
Como muitas mulheres estavam trabalhando pela primeira vez em fábricas e estaleiros, as agências governamentais começaram a filmar vídeos de treinamento para os homens aprenderem como trabalhar com as mulheres, e vídeos para as mulheres aprenderem a se manter seguras no trabalho.
Um desses vídeos de treinamento foi feito pela atriz Veronica Lake, como pode ser visto nesta foto, retirada da publicação da Life Magazine de 08 de março de 1943.
É um ícone cultural dos Estados Unidos, representando as mulheres americanas que trabalharam nas fábricas e estaleiros navais durante a Segunda Guerra Mundial.
O termo “Rosie o rebitador” foi usado pela primeira vez em 1942, em uma canção do mesmo nome escrito por Redd Evans e John Jacob Loeb. Gravada por vários artistas e que se tornou um hit nacional
Outro termo muito utilizado nessa época. As pin-up eram, em sua maioria, modelos e atrizes que pousavam com roupas mais sensuais mostrando de forma sutil a lingerie. Tais fotos apareciam frequentemente em pôster estilo calendário (em inglês, pôster = pin-up). Betty Grable, atriz e dançarina, foi uma das mais populares dentre as primeiras “pin-ups”. Um de seus pôsters tornou-se onipresente nos armários dos soldados norte-americanos durante a Segunda Guerra Mundial.
Em alguns países, principalmente na Europa, os cosméticos começaram a ter sua produção limitada devido ao racionamento de guerra.
Além disso, em virtude da escassez de matéria-prima, os preços dos cosméticos estavam muito elevados. Para algumas  mulheres, restava usar a criatividade e produzir maquiagem caseira. Pasta de sapato era usada como máscara para os cílios e sobrancelhas; suco de beterraba era usado nos lábios e nas bochechas; e pétalas de rosas embebidas no álcool também eram usadas nas bochechas.
No inicio dos anos 40, a produção de cosméticos nos EUA foi congelada por alguns meses. Mas o clamor das mulheres foi tão grande que os cosméticos foram classificados como importantes para a guerra, assim como o tabaco era importante para os homens.
Durante os anos de guerra, as grandes marcas de cosméticos continuaram com a produção, mesmo que reduzida em alguns países. Quando alguns deles tiveram de suspender a produção durante o pior período da Guerra, eles ainda continuaram a anunciar os produtos.
Várias grandes marcas de cosméticos como Estée Lauder (1946), Wella (1946), e Parfums Christian Dior (1947) foram fundadas durante os anos quarenta,
Outro item bastante utilizado pelas mulheres que também ficou em falta foram as meias de nylon, pois o material era necessário para fazer itens como pára-quedas militares e redes. Por isso, as mulheres começaram a pintar em suas pernas o desenho das costuras das meias para dar a ilusão que as estavam usando.
           
Surgiram as liquid silk stockings – meias de seda líquida.
Em Paris. durante os anos de guerra, as casas de moda como Chanel e outras fecharam suas portas pela escassez de matéria-prima.
Com o início da guerra e um racionamento rigoroso de tecido, os vestidos na década de 40 tornaram-se mais curtos, sendo um pouco abaixo do joelho. Deu-se início ao estilo minimalista militar. Surgiram as ombreiras, que deixavam os ombros quadrados. Mangas eram muitas vezes inchadas, com um pouco de pregas na parte superior, e se estendiam até um pouco abaixo do cotovelo. O decote da década de 40 veio em uma variedade de recortes. Eles poderiam ser quadrados, buraco da fechadura, franzido, ou em forma de V.
Chapéus gradualmente começaram a desaparecer, sendo substituídos por lenços.
A moda nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial se caracteriza pelo ressurgimento da alta costura após a austeridade dos anos de guerra. Ombros quadrados e saias curtas foram substituídas pela feminilidade suave de Christian Dior com o “New Look silhueta”, com suas saias mais longas, cinturas bem apertadas e ombros arredondados.
O penteado roll victory foi muito popular na década de 40.  O nome refere-se a um movimento em espiral descendente que o avião abatido fazia.
LANCAMENTOS
 
1941 – Elizabeth Arden lança batom Montezuma red, batom vermelho da vitória
 Dorothy Gray – lança red lipstick.
– Tangee lança Lipistick Red-Red – batom vermelho-vermelho.
– Du Barry lança linha Emblema red – Batom e rouge vermelho.
– Max Factor lança Lipistick color fort, batom vermelho.
1942 – Max Factor – lança coleção Tru-color lipistick.
1943 – Maybelline lança linha para olhos com o slogan “If you use your lipistick, you must also use maybelline”.  –  Composto por máscara sólida nas cores preta, marrom e azul;, máscara em creme nas cores preta e marrom; sombra nas cores azul, verde e violeta e lápis de olho preto e marro.
1945 – Helena Rubinstein’s – lança makeup guide brunette and blondes – guia de maquiagem morenas e loiras.
1946 – Helena Rubinstein lança Heavenly Glow makeup –maquiagem brilho celestial e Pan stick – base em forma de bastão.
– Yardley lança Inglês Complexion Cream, coposto de  Creme de Noite, creme Limpeza de Pele e creme à base de leite, em embalagens novas.
1947 – Bourjois lança Rouge Rosette Brune e Rouge Coral.
– Elizabeth Arden lança Elizabeth Arden Pat-A-Kake – base compactada cremosa.
– Helena Rubinstein lança Makeup-stick, base cremosa em bastão.
 
CARACTERÍSTICAS DA MAQUIAGEM
BATOM  – Os lábios são a parte de maior destaque dos anos 40. Batom foi pensado para manter as mulheres com alta estima durante a guerra.  Vermelho era cor símbolo do patriotismo. A forma de aplicar valorizava o contorno natural dos lábios, sendo ligeiramente mais volumoso na parte superior, lembrando os lábios carnudos da década anterior. A cor mais popular foi o vermelho, incluindo os vermelhos claros brilhantes, vermelhos cereja, vermelhos rosados ​​e vermelhos alaranjados.
BASE – era do tom da pele ou um tom mais escuro.
PÓ FACIAL – era usado coincidindo com a cor da pele para ajudar fixar a base ou para dar um brilho rosado.
ROUGE  – erai aplicado no centro das maças e puxado em direção às têmporas.
SOMBRA – variaram nas cores cinzas e marrom.
MÁSCARA DE CÍLIOS – só existia a máscara em pasta ou em creme e ele foi aplicada marcando bem os cílios
SOBRANCELHAS – foram cuidadosamente limpas, arcos bem definidos e acentuados pelo uso de um lápis marrom escuro. A prática de arrancar as sobrancelhas tão em voga na década passada perdeu força.
LÁPIS DE OLHOS – era aplicado no contorno dos cílios inferiores e tinha na cor preta e marrom.

 

 

Pin Up

Pinup” é um termo inglês que significa “pendurar” e isso se deve ao fato das imagens, catálogos e calendários dos anos 30 a 50, onde apareciam constantemente essas mulheres de ar inocente e ao mesmo tempo sensual, ficarem pendurados nas paredes dos locais onde os soldados residiam e, não menos comum, em várias …

Hoje, elas embelezam de espetáculos pornô-soft a estúdios de tattoo. Mas, no começo, lugar de pin-up era na parede. Nos anos 40 e 50, era passatempo entre os soldados americanos pendurar (em inglês, pin-up) fotos de mulheres bonitas em seus alojamentos.

É importante destacar que essas mulheres posavam em uma época moralista em que mostrar as pernas ou ser fotografada nua era uma ofensa para a sociedade, ou seja, a liberação feminina já estava dando seus primeiros passos para a explosão do feminismo dos anos 60.
Entre as celebridades que ganharam destaque como pin-up nesse período, temos: Greta GarboBetty GrableRita HayworthSophia Loren e Marilyn Monroe que chegou a começar sua carreira como pin-up.

Com o tempo, foi se estabelecendo um padrão específico. Pin-up passou a ser necessariamente uma mulher voluptuosa. E o termo deixou de se resumir a fotos: ilustrações de pin-ups passaram a ser utilizadas em estampas, quadros e na publicidade.

Cabelo vintage, pele alva, batom vermelho e uma postura provocante, porém com algo de ingênuo, estão no manual da pin-up moderna. Gwen Stephany e Katy Perry adotaram o rótulo temporariamente, e outras acrescentam tatuagens à fórmula, como Pitty e a Kat Von D.

Saia Godê

Depois de séculos usando apenas vestidos, as mulheres começaram a renovar seus guarda roupas, e surgiram então as saias, em vários estilos e modelagens (como as godês, plissadas, pregueadas, franzidas, etc.).

Popularizada por Christian Dior, nos anos 50, o modelo godê é caracterizado por se tratar de uma saia bem rodada, com cintura alta, que, à época, tinha o comprimento na altura da panturrilha, e costumava ser usado com várias anáguas, para aumentar o volume ainda mais.

É uma saia muito volumosa e, como tal, favorece muito as silhuetas mais estreitas. Também disfarça os quadris mais largos, pois, ao marcar bem a cintura, a peça se apresenta solta no caimento.

A modelagem godê é bem feminina, e permanece na moda sempre com releituras e inovações conforme a época: detalhes em renda, aplicações no cós, laços, etc. O modelo pode ser usado em várias ocasiões, como reuniões, festas e passeios casuais.

É muito popular também em caracterizações para festas com tema dos Anos 60.

Para confeccionar a peça, gasta-se muito tecido (o modelo é muito volumoso e necessita de um bom caimento). Em contrapartida, vale destacar que essa é uma das peças mais fáceis de serem modeladas. Existem dois tipos de godê: a simples, que é composta de meio círculo, e a guarda-chuva ou dupla, que é composta por um círculo completo.